18 junho 2017

A LENDA DO VAMPIRO EXTRATERRESTRE


O VAMPIRO ESTÁ NU! 

Um novo documento oficial da Operação Prato veio a público em dezessete de junho de 2017. Um dia memorável. Pela primeira vez o Relatório Médico da missão foi descortinado, iluminando a obscura narrativa predominante na comunidade ufológica, de que naves extraterrestres atacaram humanos para extrair sangue, e no processo queimaram e algumas vezes mataram suas vítimas, em agressão travestida de procedimento médico alienígena para coleta de material biológico humano.

A LENDA DO VAMPIRO EXTRATERRESTRE

Em 2014, quando publiquei Corpos Luminosos,(1) obra sobre a famosa Operação Prato,(2) separei os eventos investigados em dois grandes temas: um foi o fenômeno aéreo e luminoso, documentado pelos próprios militares do serviço de inteligência da Aeronáutica e o outro foi um fenômeno sociológico, criação coletiva da mente humana, sobre uma entidade diabólica, um vampiro extraterrestre.(3)

A opinião expressa no livro é minoritária, contrária ao mainstream ufológico, por isso, sempre aberto a novas evidências, manifestei a esperança de que surgissem novos documentos como os filmes super8, realizados durante as missões militares, ou registros sobre atendimentos médicos a pacientes atacados.(4)

Quanto aos filmes, ainda não os temos, mas a partir desse dezessete de junho foi revelado o documento médico da operação, o intitulado “Relatório da Missão Médico-Psiquiatra na Operação Prato”,(5) divulgado pelo site operacaoprato.com, obtido de fonte qualificada e fiável. Além de apresentar o documento inédito, o site entrevistou o tenente-coronel médico Pedro Ernesto Póvoa, um dos signatários do relatório médico da OP.(6)

O documento é um primor. E devo dizer que ele confirma a narrativa do livro de que a entidade vampiresca não foi um ente extraterrestre ou sobrenatural.(7)

No relatório médico oficial da OP, os médicos não relataram queimaduras ou micro perfurações nos seios das mulheres ou no pescoço dos homens, o que seria esperado, caso a narrativa amplamente aceita pela comunidade ufológica brasileira e mundial fosse real.(8) O relatório registra apenas “(...) que um cidadão diz que teve a impressão de ter sido mordido, ou picado na região cervical (...)”.

O doutor Póvoa, um dos dois médicos da equipe do I COMAR, na entrevista ao site operacaoprato.com diz: “Os sintomas eram ligados ao estresse. Algumas pessoas até mostravam marcas no pescoço que poderiam ter sido causadas por qualquer outra coisa, até picada de inseto.”.


Não é preciso estar presente durante a catástrofe para sofrer com reação aguda ao estresse (9), é comum ter essa reação ao saber que entes queridos sofreram nesse evento.

Segundo os médicos, duas mulheres foram examinadas entre 26 e 27 de outubro de 1977, logo após declararem “(...) ter acabado de sofrer efeitos dos raios vindos do firmamento (...)”. Vários dos sintomas apresentados pelas duas mulheres foram atribuídos a reações fisiológicas normais em situações de estresse. Os médicos aplicaram em ambas as mulheres medicamentos: para uma foi dado um tranquilizante, para outra um placebo. No dia seguinte, ambas relataram apenas cansaço físico, evidenciando uma rápida regressão dos sintomas, independente do tratamento aplicado. Essa é uma clara indicação de sintomas provocados por estresse e não por uma agressão física real. Não foram observadas queimaduras, paralisias duradouras, confusão mental. O raio parece que não era tão poderoso assim. Essa situação foi incluída no relatório da primeira missão (20/10 a 11/11/1977), que até a revelação do relatório médico oficial em junho de 2017, era o único documento que citava a presença médica na OP. Reproduzo trecho de Corpos Luminosos que trata dessa questão: “Flavio ainda menciona não encontrar vítimas queimadas e picadas quando era dado o alerta do ataque do aparelho. Ele encontra pessoas em crise nervosa. Essa situação fica clara, quando médicos da aeronáutica atendem uma jovem de 25 anos e uma mulher madura de 42 anos, entre 22h15min/26 e 00h35min de 27/10, imediatamente após uma claridade ou luminosidade invadir o ambiente de suas casas. Num dos relatos registra-se: ‘quando percebeu uma claridade que se infiltrava pelo telhado’, uma descrição muito parecida com as colhidas em Ubintuba e Tauá. Atendidas ‘de imediato’ pela equipe medica militar, o diagnóstico é inequívoco: crise nervosa e nada mais. Talvez se os médicos lá não estivessem e a história fosse seguir o fluxo normal teríamos outros dois casos contabilizados como de ataque de raio e, quem sabe, de sangue sugado. Também não há no segundo relatório da missão OP, aquele com o agente do CISA de Brasília, nenhum desses casos de queimaduras e picadas.”.(10)

Notas: A segunda missão ocorreu entre 25/11 a 05/12/1977. CISA: Centro de Informações da Aeronáutica.(11)

Quanto aos raios paralisantes que queimavam suas vítimas, tem algo que não se encaixa nessa história e está na hora da comunidade ufológica começar a se ater a isso. A questão do procedimento. Uma civilização muito avançada, capaz de viagens interestelares, poderia usar nano robôs para extração de células, sem que o examinado percebesse. Poderia usar scanners capazes de mapear DNA, isso seria plausível para uma civilização como essa. Ou qualquer outro procedimento que nem imaginamos. Será que descartam sua tecnologia de ponta, para usar métodos arcaicos somente para nos causar sofrimento? São sádicos? Não creio. Não é uma declaração de caráter humanista que faço, afinal, sua superioridade tecnológica e científica poderia ser um indicativo de que pouco se importariam com o sofrimento de um animal tão pouco evoluído como os humanos. Minha provocação é a de que seria natural o uso de tecnologias mais eficientes e limpas, que provavelmente uma civilização desse nível disporia, em detrimento de rudes equipamentos de complexo manejo. É uma questão de praticidade. E como dizia o ufólogo francês Aimé Michel, se eles estiverem de fato no ambiente terrestre, suas capacidades psíquicas, móveis e tecnológicas se mostrariam incompreensíveis.(12) Ou seja, se pretenderem coletar amostras de sangue e outros fluídos, eles o farão e nem perceberemos.

A opinião dos doutores Póvoa e Almeida sobre o fenômeno observado em Colares se aproximou muito da opinião do doutor Zoghbi, médico que examinou Aurora, a jovem de Belém supostamente atacada pelo chupa-chupa, cuja foto do seio com pequenas lacerações é a maior evidencia da ufologia para a existência do vampiro extraterrestre. Qualquer pesquisador ciente de suas responsabilidades, sabe que essa narrativa é uma fraude, perpetuada às expensas do parecer médico que refutou essa fantasia. Agora se juntam a Zoghbi, os doutores Póvoa e Almeida que escreveram em 1977, para não deixar dúvidas: “(...) os sintomas referidos por estas 2 pessoas (...) trata-se de uma reação fisiologicamente normal, denominada descarga adrenérgica, que acomete pessoas diante de ocasiões de luta, fuga ou medo. (...) esses sintomas são transmitidos de boca-em-boca, e, de forma epidêmica ‘compartilhado’ por todos os moradores, circulando um clima de histeria coletiva.”. O termo adrenérgico também foi utilizado pelo doutor Zoghbi, quando tratou das lesões no seio de Aurora: “Que as lesões (...) são (...) ocasionadas por choque adrenérgico, pois as mulheres instintivamente num ato de proteção levam as mãos aos seios e a ação motora contraindo as mãos em garra ocasionaram as lesões nas glândulas mamárias.”.(13)

Na entrevista gentilmente cedida ao site operacaoprato.com, o doutor Póvoa, em retrospecto, opina na mesma linha de seu relatório de 1977, sobre o motivo por trás das reações de estresse demonstradas pelos habitantes daquelas localidades: "Acredito que nessas localidades muito no interior, que tem pouco acesso a informação, uma pessoa relata uma informação e aquilo corre como se fosse uma epidemia, vai passando e todos os outros acabam participando dessa angústia, desse estresse. Isso acho que é muito comum em comunidades muito isoladas.".

Qual então o quadro que encontramos após quarenta anos dos eventos OP: 
  • Não há registro de queimaduras e vampirismo no relatório médico oficial da Operação Prato.
  • Não há registro de queimadura e vampirismo no parecer médico do doutor Zoghbi, publicado na reportagem do jornal A Província do Pará.
Isso é impressionante. Não corresponde ao propagado pela lenda.

Ainda na fase em que a epidemia social se alastrava pelo Maranhão, uma equipe do jornal O Estado do Maranhão, composta pelo repórter Alex Brasil, o fotógrafo R. Filho, além do cinegrafista Sinaldo da TV Difusora, foram as cidades de Pinheiro e São Bento na Baixada Maranhense para tentar registar a famosa “Bola de Fogo” que aterrorizava a região. Foi uma reportagem investigativa. Nela se escreveu o seguinte sobre os boatos de pessoas queimadas: “De acordo com todas as declarações, ficou mais do que provado que a luz não queima. Em torno disso o [inelegível] é muita especulação (...). Escreveram que em São Bento, a cidade mais visitada pela Bola de Fogo, contavam que 100% das pessoas já haviam observado o fenômeno e que se habituaram a tal ponto com a presença e a “não nocividade do ‘Aparelho’ que virou ponto de honra turístico da região”. O sr. Pedro de 49 anos, disse que: “Não senti qualquer manifestação de queimadura, senti apenas os raios no parabrisa do carro, provocando sensação diferente.”.(14)


Um cospe-fogo do grupo Jaipur Maharaja Brass Band durante exibição em Chassepierre, Bélgica.

Nos recentes documentos inéditos da Marinha, divulgados pelo site operacaoprato.com,(15) não encontramos em nenhum lugar registro feito pelos agentes de inteligência, o M2, de pessoas que teriam relatado queimaduras provocadas pela Bola de Fogo durante as diligências. Nem que esses agentes observaram algum ferimento típico da lenda chupa-chupa em alguém. O que há na documentação da Marinha sobre queimados está na transmissão, via informes de inteligência, da história divulgada pela mídia sobre uma morte e feridos no caso da Ilha dos Caranguejos - MA,(16) que não chegou a ser investigada pela Marinha, pelo que sabemos. 

A história da multidão de queimados se desmancha a cada novo documento que surge, essa é a realidade.

Outra questão tão etérea quanto a invisível multidão de queimados e vampirizados são os supostos mortos pelo aparelho. Reportagens como a do jornal O Liberal de 17 de outubro de 1977, de título “Aparições e Mortes Aterrorizam Vigia”, misturou três mortes por violência que não tinham qualquer relação com o fenômeno luminoso numa mesma matéria, foi um desserviço público. Aliás, O Liberal carregava nesse tom cadavérico em suas reportagens, mas os mortos tinham um grande problema: não tinham nomes. A médica do Posto de Saúde de Colares também reverberou o boato de mortes naquela cidade, mas há um outro problema aí, de memória: também faltam nomes. Completos.

Perguntado, durante a entrevista, se tomou conhecimento sobre algum caso de falecimento decorrente de algum ataque, o doutor Póvoa foi enfático: “Não, acho que ninguém tomou conhecimento de falecimento de ninguém, nem a imprensa sensacionalista.”.

Toda vez que alguém afirma em algum fórum de discussão que houveram mortos nos eventos de 1977, tenho perguntado quais seus nomes. Até hoje, recebo como resposta um encabulado silêncio ou uma raiva contida.

Então, qual o motivo do vampirismo e da legião de queimados e mortos ter vencido qualquer outra narrativa e se estabelecido como uma verdade inquestionável na comunidade ufológica?

A doutora Wellaide Cecim, médica do Posto de Saúde de Colares em 1977, é a ancora dessa tese. É a mais contundente e gabaritada voz a espalhar essa narrativa.(17)(18) Não fossem suas bombásticas declarações, talvez o chupa-chupa não tivesse sobrevivido como uma certeza ufológica, mas sim como uma curiosidade, uma reconhecida onda de boatos que acompanhou o fenômeno, sem maiores consequências históricas, quer pelo absurdo da proposição, quer pelo reconhecido sensacionalismo de uma imprensa e mídia, no geral, descompromissada com a correção dos fatos.

Dentro da documentação militar da OP, temos dois importantes testemunhos da doutora. O primeiro em relação aos atendimentos que realizou em pessoas que se diziam vítimas da luz vampira e o segundo sobre suas próprias experiências com o fenômeno. No dia 31 de outubro de 1977 à tarde, ela concedeu uma entrevista gravada aos agentes do I COMAR e declarou que até aquele momento havia atendido quatro moradores supostamente atacados, que apresentavam queimaduras como de Sol e micro perfurações. Esse é o quadro oficial, relatado pela própria doutora. Nesse mesmo depoimento declarou ter vivido duas experiências de observação de objeto desconhecido sobre Colares, descrevendo desse modo: “Forma cônica-cilíndrica (parte superior mais estreita) tamanho aparente em função da distância 3.00m de comprimento, por 2.00m de diâmetro; movimentando-se de maneira irregular. (Posição vertical em função do seu eixo longitudinal), balanceios laterais acentuados, entretanto vez ou outra efetuava ligeiras paradas e dava uma volta sobre si mesmo. Disse ter observado nitidamente, estando na ocasião em companhia de outras pessoas em frente a Unidade Hospitalar local.”.


A nave da doutora. Registro número 8, página 14, documento Registros de Observações de OVNI, sob a guarda do Arquivo Nacional.

Doutora Wellaide Cecim, ao mesmo tempo que era a médica da cidade, uma profissional da ciência e pessoa capacitada para responder as perguntas dos sargentos da Aeronáutica, também foi uma moradora, uma testemunha, uma vítima, que viveu duas experiências anômalas. São experiências que divergem das experiências habituais, do consenso cultural ou dos paradigmas científicos, e não denotam uma relação obrigatória com a patologia ou anormalidade, mas são desvios da realidade geralmente aceita.(19)

Duas constatações devem ser feitas: é perfeitamente plausível o relato dos quatro atendimentos. Queimaduras de Sol não seriam tão estranhas assim para apontarmos como prováveis culpados alienígenas interestelares. Em relação as perfurações, o próprio doutor Póvoa, médico da missão, declarou “(...) a gente via algumas marcas de picada no pescoço, mais nada, e a pessoa muito estressada, com taquicardia.”.

Convenhamos, pelo registrado, focando nos documentos históricos, tanto o depoimento da doutora, como o relatório dos doutores, não são propriamente uma prova ou evidência, sequer fraca, de lesões causadas por seres extraterrestres.

Quanto a depoimentos tardios da doutora, que elevaram a enésima potência a tese do vampiro queimador, repousa um grande mistério. A história contada pelos registros militares médicos e de inteligência é muito diferente da história que foi montada no transcorrer dos anos. Elas são excludentes. Se uma está correta, a outra não pode estar, e vice-versa. Água e óleo num mesmo copo, mas imiscíveis.

Pesquisadores, ufólogos, escritores, devem dar a devida importância e reverência aqueles que detinham a legitimidade e autoridade para avaliar uma situação a qual foram chamados a examinar por designação superior. Os doutores Póvoa e Almeida realizaram sua missão e elaboraram um parecer técnico. O relatório médico traz uma explicação científica, clara e direta, para um fenômeno social que atingiu uma grande região. Sua conclusão final é inequívoca: “ (...) o que as pessoas acham que é o resultado da ação de raios luminosos de OVNI, trata-se de reações normais do organismo, causadas por medo do desconhecido.”

O relatório é devastador para a tese do vampiro extraterrestre, a diabólica entidade que sugava sangue, queimava a pele e podia até matar os indefesos humanos, face a extensão dos danos físicos.

Caricatura de Nosferatu

Muitos entusiastas e ufólogos, em relação a lenda do vampiro extraterrestre, mantem uma postura contraditória, se não fosse irônica. Acham que seguir a corrente de pensamento predominante, de bater o bumbo para o bicho, para o aparelho do raio paralisante e queimador e suas agulhas extraterrenas chupadoras de seios e pescoços, é fazer ufologia. É o oposto. Os documentos que estão sendo liberados ou vazados, há pelo menos vinte anos, estão contando e indicando uma história muito diferente daquela que nos chegou através de relatos pessoais, notadamente por Hollanda e Wellaide. Muitos ufólogos conclamam as autoridades pela liberação de mais documentos, mas ao mesmo tempo fecham as mentes para o que dizem os já disponíveis. Parece que se futuros novos documentos não reforçarem a tese que a ufologia nacional defende, essa mesma ufologia, através de seus cardeias, reforçará os relatos, mesmo que incongruentes, e irão continuar a pedir novos documentos que pretendem esquecer se não reforçarem suas teses, crenças, ou interesses. Isso funciona até certo ponto, até porque espero estar errado, quem sabe, alguns renomados ufólogos brasileiros aceitarão o relatório médico da OP e o tratarão como merece: um dos documentos mais importantes da ufologia nacional.

Relatório Médico-Psiquiatra na Operação Prato não pode ser ignorado. Ele é autêntico, confirmado por um dos médicos que o elaborou. Os autores examinaram a situação no auge da Operação Prato, durante o suposto surto de ataques, e relataram uma cenário de histeria coletiva que podemos chamar hoje de epidemia social.

Finalmente, após quarenta anos, uma fonte decidiu liberar esse documento crucial, que tanto foi esperado pela comunidade ufológica. Um dos autores, médico e militar de carreira, aceitou ceder uma entrevista histórica. Vivemos um momento único da Operação Prato e da ufologia nacional.

O grande desafio nessa nova abertura ufológica, onde inéditos e importantíssimos documentos estão sendo vazados, é o desapego. Pode parecer pouco colocar o fenômeno social do vampirismo alienígena em seu devido lugar, na esfera científica, de disciplinas como a sociologia, a psicologia, a história, a medicina. Abandonar a crença no vampiro alienígena não significa abandonar outras crenças ufológicas e nem todo o complexo fenômeno investigado pela Operação Prato. É apenas seguir o caminho dos fatos, desapegar das ficções, jogar fora, sem constrangimento, uma teoria extraordinária que se mostra cheia de buracos e adotar outra que se harmonize com as novas descobertas e os novos tempos.

Tudo parece que vai bem, até que o menino do conto de Christian Andersen, A Roupa Nova do Rei, em meio a multidão grita: O rei está nu! Todos percebem, mas continuam a manter a farsa do desfile da maravilhosa roupa nova do rei, que não existe.(20) Mas todos já sabem a verdade.

Não será uma travessia fácil. A substituição da narrativa ficcional por outra que privilegie a experiência real poderá durar muitos anos. Provavelmente versões intermediárias serão criadas para manter uma parte da lenda viva, mas o caminho começou a ser trilhado e, felizmente, posso afirmar, não há mais volta. 


REFERÊNCIAS:


1. Corpos Luminosos – Uma Operação Militar em Busca de Respostas”, edição do Autor, Hélio Amado Rodrigues Aniceto, 2014, págs. 249.
2. Wikipédia: Operação Prato.
3. Corpos Luminosos, capítulo 10, Visão Geral, página 246.
4. Corpos Luminosos, capítulo 10, Visão Geral, página 248.
5. Site operacaoprato.com, "Relatório Médico Inédito da Operação Prato", 17/06/2017.
6.Site operacaoprato.com, "Relatório Médico Inédito da Operação Prato", 17/06/2017.
7. Corpos Luminosos, capítulo 10, Visão Geral, página 244.
8. Portal Fenomenum, Chupa-chupa - Padrões e Características. Junho 2016, por Equipe CIPEX.
9. Wikipédia: Reação aguda ao estresse.
10. Corpos Luminosos, capítulo 7, Depoimentos, páginas 187-188.
11. Wikipédia: Centro de Informações da Aeronáutica.
12. Blog Orbitador, Aimé Michel, 16/03/2017, por Hélio Amado Rodrigues Aniceto.
13. Jornal A Província do Pará, "Chupa-chupa é só fantasia", 20/11/1977, disponível no site operacaoprato.com.
14. Jornal O Estado do Maranhão, “A Jornada em Busca do OVNI da Baixada Maranhense”, 31/07/1977, disponível no site operacaoprato.com.
15. Site operacaoprato.com, “Documento inédito comprova: Militares investigavam luzes e ataques antes da Operação Prato”, 18/05/2017.
16. Bob, Pratt (2003). Perigo Alienígena no Brasil. Perseguições, Terror e Morte no Nordeste. Editora Biblioteca UFO. pp. 171–185. ISBN 85-87362-15-1.
17. Revista UFO, “Wellaide Cecim, a médica que atendeu os pacientes, descreve o fenômeno”, edição 114 de 09/2005, por Equipe UFO.
18. Revista UFO, “Wellaide Cecim Carvalho: Militares da FAB tentaram me calar”, edição 116 de 11/2005, por A. J. Gevaerd.
19. Instituto de Psicologia da USP, “Contatos imediatos: investigando personalidade, transtornos mentais e atribuição de causalidade em experiências subjetivas com óvnis e alienígenas”, 2011, por Leonardo Breno Martins.
20. Wikipédia: A Roupa Nova do Rei.

Um comentário:

Anônimo disse...

Tudo mentira. A própria doutora da época confirmou tudo